INSTITUTO DE MEDICINA HIPERBÁRICA | Erechim – Passo Fundo – Florianópolis – Curitiba – Caçador

CLÍNICAS

Maior grupo de Medicina Hiperbárica do Brasil.

CORPO CLÍNICO

16 anos de experiência em Medicina Hiperbárica.

EQUIPAMENTOS

Diretor de segurança responsável pela manutenção preventiva dos equipamentos.

PERGUNTAS FREQUENTES

Tire suas dúvidas sobre Medicina Hiperbárica.

MEDICINA HIPERBÁRICA

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O QUE É MEDICINA HIPERBÁRICA?

Tratamento médico onde o paciente fica dentro de uma câmara Hiperbárica respirando oxigênio, o que auxilia na recuperação das lesões.As doenças que respondem a essa modalidade de tratamento são aquelas cujas alterações teciduais envolvem hipóxia, isquemia, inflamação, infecção e alterações auto-imunes.

Em ambiente hiperbárico, a dissolução do oxigênio no plasma (que normalmente é desprezível) aumenta muito, podendo chegar a uma quantidade equivalente ao consumo total de oxigênio do corpo humano, isso sem utilizar o transporte das hemácias, somente o plasma. Dessa forma, consegue-se de imediato a hiperoxigenação tecidual, além da vasoconstrição e redução do líquido intersticial acumulado (edema).

Além disso, existem outros efeitos já comprovados da OHB como modulação inflamatória, redução de radicais livres de oxigênio e ativação das defesas antibacterianas celulares e teciduais. Há estímulo para a reparação tecidual, com proliferação de fibroblastos, neovascularização e epitelização das áreas cruentas.

TRATAMENTO

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INDICAÇÕES

Para permitir a identificação de todos os pacientes com efetiva indicação, a Sociedade Brasileira de Medicina Hiperbárica elaborou a atualização e o detalhamento das indicações iniciais por especialidade médica, o que facilita a identificação dos pacientes que serão beneficiados pela oxigenoterapia hiperbárica.

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CIRURGIA GERAL E GASTROENTEOROLOGICA

- Queimaduras térmicas, elétricas e químicas;
- Ferimentos de difícil cicatrização;
- Enxertos e retalhos comprometidos ou de risco;
- Celulites, fascilites e miosites, após cirurgias plásticas reparadoras e estéticas ( mamas, abdômen e lipoaspiração);
- Infecções necrosantes de tecidos moles após procedimentos invasivos estéticos (como injeção ou aplicação de produtos biológicos autólogos, produtos sintéticos e semi-sintéticos para preenchimentos);
- Deiscências de cirurgias, comprometendo o resultado estético;
- Pacientes com alto risco de complicação (diabéticos, tabagistas e etc.), objetivando prevenir o sofrimento tecidual;
- Diminuição de edemas e seromas pós-operatório em casos selecionados.

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ORTOPEDIA/TRAUMATOLOGIA

- Fraturas expostas em casos selecionados;
- Osteomielites hematogênicas pós cirúrgicas e pós fraturas;
- Artrites sépticas;
- Pseudartrose com ou sem infecção;
- Cirurgia de prótese infectada;
- Cirurgia ortopédica infectada;
- Necrose asséptica de cabeça de fêmur.

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INFECÇÕES

- Infecções bacterianas de partes moles: aeróbias e anaeróbias, abscedantes e/ou necrosantes (ex: impetigo disseminado, piodermite gangrenosa, piomiosite, etc.);
- Erisipela;
- Micoses invasivas ( Actinomicose, Mucormicose, etc);
- Osteomielites primárias com má resposta ao tratamento;
- Hanseníase em casos selecionados;
- Otites médias, externas e mastoidites de evolução crônica, otite externa maligna;
- Epidermólise bolhosa;
- Infecções bacterianas secundárias a doenças virais (varicela, herpes zoster).

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FERIDAS

- Infecções refratárias/germes multi-resistentes;
- Locais nobres e/ou de riscos: face, pescoço, períneo, genitália, mãos e pés;
- Perda de enxerto ou retalho prévio;
- Fundo pálido (isquêmico);
- Osteomielite associada;
- Possibilidade de amputação;
- Presença de fístula;
- Ausência de sinais de cicatrização.

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LESÕES PÓS-RADIOTERAPIA

- Dermatite actínica;
- Miosites actínicas;
- Retite actínica;
- Cistite actínica;
- Neuropatia actínicas em casos selecionados;
- Mielite e encefalite actínicas em casos selecionados;
- Implantes em tecidos comprometidos.

OBS: Está comprovado que o uso de OHB não aumenta o potencial de aparecimento nem o crescimento tumoral.

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PÉ-DIABÉTICO E DOENÇAS VASCULARES

- Doenças arteriais obstrutivas periféricas com feridas isquêmicas;
- Arteriopatias inflamatórias: tromboangeites obliterantes, arterites por colagenoses, e arterites infecciosas;
- Pé diabético;
- Úlceras venosas;
- Linfangite associadas a lesões cutâneas.

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TRAUMA

- Traumas isquêmicos de extremidades (esmagamentos, desenluvamentos, fraturas expostas, perdas de substancias, rupturas de vasos e Síndrome Compartimental);
- Traumas em locais previamente comprometidos (áreas necróticas, isquêmicas, irradiadas, etc.);
- Traumas em áreas nobres: face, pescoço, mamas, períneo, genitália, mãos e pés;
- Traumas com infecção secundária;
- Progressão por lesões traumáticas iniciais;
- Lesões por abrasão de pele;
- Acidentes por agentes biológicos (mordedura de animais - aranhas, cobras e insetos, etc.);
- Pneumoencéfalo e pneumocrânio.

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CONTRAINDICAÇÕES

ABSOLUTAS
Pneumotórax não tratado; Uso de BLEOMICINA no passado; Uso atual de Sulfamilon, Adriamicina, Dissulfiram e Cisplatina.

RELATIVAS
Infecções das vias aéreas superiores; História de convulsões; Enfisema pulmonar com retenção de CO2; Febre alta; Cirurgia torácica recente não drenada; Cirurgia para otoesclerose; Esferocitose congênita; Miopia e catarata; Claustrofobia; Gravidez.

As contra-indicações relativas, uma vez tratadas ou reavaliadas pelo médico quanto aos fatores de risco e benefício, podem ser encaminhadas para a OHB.

EQUIPAMENTO

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EQUIPAMENTO

O Instituto de Medicina Hiperbárica utiliza em todas as suas unidades de tratamento, equipamentos tipo multiplace (multipacientes), ou seja, que permitem a entrada de até 09 pacientes por sessão (sentados ou deitados), acompanhados de um técnico de enfermagem devidamente treinado, que exerce a função de guia interno. O ambiente interno da câmara é monitorado externamente de forma contínua, por um técnico de segurança e um médico, que em caso de necessidade podem entrar na câmara, sem que seja necessário interromper o tratamento.

CLÍNICAS

CONVÊNIOS

Erechim - RS

Passo Fundo - RS

Curitiba - PR

Florianópolis - SC



A partir de 07 de junho de 2010, a Resolução Normativa nº 211, publicada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), garante aos beneficiários de planos de saúde o tratamento com oxigenoterapia hiperbárica nas seguintes situações: doença descompressiva, embolia traumática pelo ar, embolia gasosa, envenenamento por monóxido de carbono ou inalação de fumaça, envenenamento por gás cianídrico/sulfídrico, gangrena gasosa, síndrome de Fournier, fascites, celulites ou miosites necrotizantes, isquemias agudas traumáticas, lesão por esmagamento, síndrome compartimental ou reimplantação de extremidades amputadas, pacientes em sepse, choque séptico ou insuficiências orgânicas devido a vasculites agudas de etiologia alérgica, medicamentosa ou por toxinas biológicas. Em 01 janeiro de 2012, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) incluiu o tratamento do pé diabético nesta lista de indicações. Muitos Estados e Municípios Brasileiros já garantem aos pacientes do Sus o tratamento com Oxigenoterapia Hiperbárica, para as indicações reconhecidas pelo Conselho Federal de Medicina.




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