A CLÍNICA

Curitiba - PR

Hiperbárica Curitiba

O Instituto de Medicina Hiperbárica Curitiba é referência no serviço de Medicina Hiperbárica em Curitiba e funciona junto ao Hospital Pilar. Possui equipe médica experiente, sendo que o Médico Responsável, Dr. Diogo Romariz Peixoto, possui diversas especializações em Oxigenoterapia Hiperbárica e é também o responsável pelo serviço de Nefrologia do Hospital Pilar. 

O Instituto de Medicina Hiperbárica Curitiba é qualificado e Associado à Sociedade Brasileira de Medicina Hiperbárica.

CORPO CLÍNICO E DIRETOR DE SEGURANÇA

Dr. Diogo Romariz Peixoto

CRM-PR 23042

- Médico formado pela Universidade do Vale do Itajaí em 2005

- Especialização médica em Clínica Médica e Nefrologia no HUEC PR

- Curso de extensão Universitária em Medicina Hiperbárica pela SBMH

- Advanced Course in Hyperbaric Safety pela Undersea and Hyperbaric Medical Society, UHMS, EUA

- Primary Hyperbaric Medicine Course pela Undersea and Hyperbaric Medical Society, UHMS, EUA

- Título de Nefrologista pela Sociedade Brasileira de Nefrologia - AMB

- Responsável técnico do Instituto de Medicina Hiperbárica Curitiba

- Responsável pelo serviço de Nefrologia do Hospital Pilar

Valdenor Alves Rodrigues

Diretor de Segurança

- Técnico em Sistemas Hiperbáricos, com formação e experiência pela Marinha do Brasil, com mais de 30 anos de experiência

- Membro do Programa Internacional de Acreditação UHMS Brasil

- Membro da UHMS (EUA e Brasil)


LOCALIZAÇÃO

CONVÊNIOS

Obs.: Se o seu Plano de Saúde não consta nesta listagem, entre em contato conosco.
A partir de 07 de junho de 2010, a Resolução Normativa nº 211, publicada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), garante aos beneficiários de planos de saúde o tratamento com oxigenoterapia hiperbárica nas seguintes situações: doença descompressiva, embolia traumática pelo ar, embolia gasosa, envenenamento por monóxido de carbono ou inalação de fumaça, envenenamento por gás cianídrico/sulfídrico, gangrena gasosa, síndrome de Fournier, fascites, celulites ou miosites necrotizantes, isquemias agudas traumáticas, lesão por esmagamento, síndrome compartimental ou reimplantação de extremidades amputadas, pacientes em sepse, choque séptico ou insuficiências orgânicas devido a vasculites agudas de etiologia alérgica, medicamentosa ou por toxinas biológicas.

Em 01 janeiro de 2012, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) incluiu o tratamento do pé diabético nesta lista de indicações. Muitos Estados e Municípios Brasileiros já garantem aos pacientes do Sus o tratamento com Oxigenoterapia Hiperbárica , para as indicações reconhecidas pelo Conselho Federal de Medicina .