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Novembro Azul e os cuidados com o diabetes

Novembro Azul e os cuidados com o diabetes

Além da importância da conscientização da população contra o câncer de próstata, segundo tipo de câncer que mais mata homens no Brasil, o Novembro Azul também é marcado por campanhas que visam alertar a sociedade sobre o diabetes, doença que já atinge mais de 400 milhões de pessoas no mundo e pode causar até 5 milhões de mortes anuais. Quer saber como cuidar e viver saudavelmente com a doença? Continue a leitura do nosso texto!

O que é o diabetes?

O diabetes, também chamado de diabetes mellitus, é uma doença crônica caracterizada pela dificuldade do pâncreas em produzir insulina ou pela resistência à sua ação. Assim, quando o hormônio que regula a glicose no sangue e garante energia para o organismo é afetado, o açúcar ingerido e transformado fica todo na corrente sanguínea, surgindo o diabetes.

Classificação do diabetes

Embora todos os tipos sejam caracterizados pelo excesso de glicose no sangue, o diabetes pode ocorrer, em cada pessoa, de maneira diferente. Assim, existem dois tipos principais da doença:

Diabetes tipo I: de origem autoimune, a doença, que ocorre quando o pâncreas produz pouca ou nenhuma insulina, geralmente aparece na infância ou adolescência.

Diabetes tipo II: este tipo geralmente ocorre em adultos obesos, sedentários e também com histórico da doença na família, sendo mais comum em pessoas com maus hábitos de vida. No Diabetes tipo II o pâncreas até consegue produzir insulina, mas não consegue armazená-lo de forma correta.

Além dos tipos citados, o diabetes também pode acometer mulheres grávidas, o que chamamos de diabetes gestacional.

Quais os sintomas da doença?

O diabetes geralmente é uma doença silenciosa, assim, seus sintomas costumar aparecer em quadros de hiperglicemia, e incluem:

  •          Sede frequente
  •          Muita fome
  •          Vontade frequente de urinar
  •          Cansaço
  •          Má circulação
  •          Quadros de infecção
  •          Dificuldade em cicatrização
  •          Visão turva
  •          Mau hálito

Fatores de risco

  • Conhecer os fatores de risco para o diabetes é fundamental para preveni-lo. Confira abaixo os principais:
  •          Pré-disposição genética
  •          Hipertensão
  •          Colesterol e triglicérides altos
  •          Obesidade
  •          Tabagismo
  •          Sedentarismo
  •          Idade superior a 45 anos
  •          Síndrome dos ovários policísticos
  •          Uso de alguns medicamentos, como os corticoides


Principais desdobramentos da doença

Por longos períodos, a hiperglicemia pode fazer surgir os desdobramentos do diabetes, que costumam afetar os vasos sanguíneos, coração, olhos, nervos e rins.

Entre as complicações, podemos citar:

  •         Infartos e AVC
  •          Doença arterial coronariana
  •          Falência renal
  •          Retinopatia diabética
  •          Nefropatia diabética
  •          Neuropatia diabética
  •          Infecções
  •          Complicações na gravidez
  •          Transtornos alimentares
  •          Depressão
  •          Dificuldade de cicatrização


Como evitar complicações?

Pacientes diabéticos podem evitar complicações e viver saudavelmente se alguns hábitos foram adotados:

  •          Praticar exercícios físicos
  •          Evitar o uso do cigarro
  •          Alimentar-se corretamente
  •          Dormir bem
  •          Evitar o estresse
  •          Beber a quantidade correta de líquidos
  •          Verificar bem a pele
  •          Hidrata-se
  •          Consultar, pelo menos três vezes ao ano, um especialista.

Tratamento

Infelizmente, não há cura para o diabetes. Mas o controle da glicemia pode ser feito adotando os hábitos citados acima. Além disso, em muitos casos o paciente precisa substituir a insulina natural por uma artificial, que pode ser administrada por meio de injeções. Medicamentos a base de metformina também podem ser indicados. Mas, atenção! Jamais se automedique. Toda intervenção à sua doença deve ser feita sob orientação de um especialista.

Em casos de feridas na pele decorrentes da doença, entre em contato com uma de nossas unidades. Nosso tratamento com o auxílio da oxigenoterapia hiperbárica ajuda em uma mais rápida cicatrização.